terça-feira, 22 de abril de 2014

Imagens de Assis.II




Enquanto nos preparamos para a nossa peregrinação, vamos "viajando" com ajuda do "you tube"


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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Imagens de Assis.I






Mais imagens de Assis

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?page_id=589
















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Refletindo franciscanamente.I

Francisco de Assis: homem de um mundo novo

O evangelho do envio dos discípulos dois a dois, pobremente, havia revolucionado a vida de Francisco.  As coisas agora ficavam claras. Há nesse jovem italiano um convite para as alturas. Um autor assim escreve: “Francisco é um ser de desejo. Carrega em si aspirações e anseios. Não sabe que nome lhes dar nem como concretiza-los no dia a dia. A Palavra vem esclarecê-lo. À nossa volta há homens e mulheres que buscam um caminho para trilhar, querem encontrar alegria na vida, felicidade na existência. Há os que buscam seitas, grupos de esoterismo, filosofias e técnicas orientais. Outros andam atrás do miraculoso. Francisco teve  a chance de ouvir o Evangelho no bom momento”.
Como fazer que o Evangelho seja percebido como Boa Nova para nossos dias? Francisco teve a chance de ter encontrado um padre que o guiasse e fizesse com que compreendesse o verdadeiro sentido do Evangelho. Muitos homens e mulheres vivem sem desejo de Deus, sem desejo do Evangelho.  Satisfazem-se com uma religião de alguns ritos e preces.  Mas seu coração anda adormecido. Como o Evangelho pode atingir esse século XXI?  Vem à mente uma palavra de Paulo: “Ai de mim se não evangelizar!”. Onde as pessoas podem hoje encontrar pessoas significativas que apontem para as alturas?  Existem grupos, fraternidades sedentas de Deus que nos atraem? As fraternidades franciscanas, tanto da primeira com da terceira ordem, são espaços de homens e mulheres desejosos de buscar as estrelas?
Frei Almir Ribeiro Guimarães

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=57155#sthash.JS6jlCuZ.dpuf







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Conhecendo um pouco sobre Francisco de Assis - Parte VI




Pouco depois, entrou para rezar e meditar na pequena capela de São Damião, semidestruída pelo abandono. Estava ajoelhado em oração aos pés de um crucifixo, que a piedade popular ali venerava, quando uma voz, saída do crucifixo, lhe falou: “Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja que está em ruínas”.
Não percebendo o alcance desse chamado e vendo que aquela Igrejinha estava precisando de urgente reforma, Francisco regressou a Assis, tomou da loja paterna um grande fardo de fina fazenda e vendeu-a. Retornando, colocou o dinheiro nas mãos do sacerdote de São Damião, oferecendo-se para ajudá-lo na reconstrução da capela com suas próprias mãos. Conhecendo o caráter de Pedro Bernardone, é fácil imaginar sua cólera ao ver desfalcada sua casa comercial e perdido o seu dinheiro.
Não bastava já o desfalque que dava ao entregar gratuitamente mercadorias e alimentação para os necessitados? Agora mais essa! E Francisco teve que se esconder da fúria paterna. Certo dia saiu resolutamente a mendigar o sustento de porta em porta na cidade de Assis.
Para Bernardone isso já era demais! Como podia ele envergonhar de tal forma sua família? Se seu filho havia perdido o juízo, era necessário encarcerá-lo! Assim, Francisco experimentou mais uma vez o cativeiro, desta feita num escuro cubículo debaixo da escada da própria casa paterna. Pelo que sabemos, depois de alguns dias, movida pela compaixão, sua mãe abriu-lhe às escondidas a porta e o deixou partir livremente para seguir o seu destino.

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?page_id=1118#sthash.2Imwp9gk.dpuf























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Conhecendo um pouco sobre Francisco de Assis - Parte V



Segundo o escritor Gianmaria Polidoro, em “Francisco” (Vozes), entre os anos de 1205 e 1206, não sabemos qual de dois grandes acontecimentos tenha tido a precedência na perturbação da calma eremítica de Francisco, sempre pensativo quanto ao caminho a seguir. Não foi através da meditação que descobriu a estrada certa. Encontrou-a diante de si no exato momento em que se viu envolvido por duas extraordinárias experiências que lhe abriram um horizonte excitante: o encontro com o leproso na planície de Assis e a voz do Crucifixo que lhe falou em São Damião.
Em 1206, passeando a cavalo pelas campinas de Assis, viu um leproso, que sempre lhe parecera um ser horripilante, repugnante à vista e ao olfato, cuja presença sempre lhe havia causado invencível nojo.
Mas, então, como que movido por uma força superior, apeou do cavalo, e, colocando naquelas mãos sangrentas seu dinheiro, aplicou ao leproso um beijo de amizade. Talvez a motivação para este nobre e significativo gesto tenha sido a recordação daquela frase do Evangelho: “Tudo o que fizerdes ao menor de meus irmãos, é a mim que o fazeis” (Mt 10,42).
Falando depois a respeito desse momento, ele diz: “O que antes me era amargo, mudou-se então em doçura da alma e do corpo. A partir desse momento, pude afastar-me do mundo e entregar-me a Deus”.

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Conhecendo um pouco sobre Francisco de Assis - Parte IV

Em busca de respostas, decidiu viajar para Roma, isso no ano de 1205. Visitou a tumba do Apóstolo São Pedro e, indignado pelo que viu, exclamou: “É uma vergonha que os homens sejam tão miseráveis com o Príncipe dos Apóstolos!” E jogou um grande punhado de moedas de ouro, contrastando com as escassas esmolas de outros fiéis menos generosos.
A seguir, trocou seus ricos trajes com os de um mendigo e fez sua primeira experiência de viver na pobreza. Voltou a Assis, à casa paterna, entregando-se ainda mais à oração e ao silêncio.
Frequenta sempre mais os ermos perto de São Damião, pequena e mal conservada igreja do campo, a meio caminho na estrada que de Assis desde para a planície, até a estrada que vai para a França.
A família e os amigos estavam preocupados com o jovem Francisco: o que lhe estaria acontecendo? Será que ainda estava em pleno juízo? Seu pai, então, não se conformava! Não era isso que ele tinha sonhado para seu filho! Indignado, forçava-o a trabalhar cada vez mais em seu estabelecimento comercial.
Era o ano de 1205!

Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?page_id=1111#sthash.7wgP0AhY.dpuf




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terça-feira, 1 de abril de 2014

Conhecendo um pouco sobre Francisco de Assis - Parte III

O clima insalubre da prisão, agravado pelos prolongados meses de inverno, haviam-lhe enfraquecido o organismo, provocando agora uma grave enfermidade. Depois de longos meses de sofrimento, sem poder sair da cama, finalmente conseguiu melhorar.
Ao levantar-se, porém, não era mais o mesmo Francisco. Sentiu-se diferente, sem poder compreender o porquê. A verdade é que a humilhação e o sofrimento da prisão, somados ao enfraquecimento causado pela doença, provocaram profundas mudanças no jovem Francisco.
Foi o caminho que Deus escolheu para entrar mais profundamente em sua vida. Já não sentia mais prazer nas cantigas e banquetes em companhia dos amigos. Começou a perceber a leviandade dos prazeres puramente terrenos, embora ainda não buscasse a Deus. Na verdade, Francisco não nasceu santo, mas lutou muito para se tornar santo!
No livro “Francisco”, o autor Gianmaria Polidoro (Editora Vozes) lembra que entre 1202 e 1205 encontramos um Francisco inquieto. Não é apenas a consequência de uma doença longa e misteriosa. É a inquietude de quem está incerto quanto ao rumo a dar à própria vida e se põe em estado de busca. Não sabe precisamente onde quer terminar, mas sente que, ao longe, um futuro desconhecido o chama.
Foi nessa época que começou a pensar um pouco sobre a vida de cavaleiro. Era o tempo das cruzadas, das lutas especiais, dos cantos trovadorescos de Orlando de Ronscisvale. Tornar-se cavaleiro? Poderia ser uma idéia.

FONTE: http://www.franciscanos.org.br/?page_id=1097#sthash.ZvrQzNYv.dpuf





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Conhecendo um pouco sobre Francisco de Assis - Parte II

A Itália, como toda a Europa daquela época, vivia uma fase bastante conflitiva de sua história, marcada pela passagem do sistema feudal (baseado na estabilidade, na servidão e nas relações desiguais entre vassalos e suseranos) para o sistema burguês, com o surgimento das “comunas” livres (pequenas cidades), com seu comércio, artesanato e pequenas indústrias. Com o novo sistema, mudaram-se as relações. O poder dos senhores feudais passou a ser questionado e enfrentado pelos novos senhores, originários das comunas, a maioria deles constituída pelos comerciantes mais abastados, a exemplo de Pedro Bernardone. Eram freqüentes nesta época guerras e batalhas entre os senhores feudais e as emergentes comunas. São conhecidas as lutas entre “maiores”, isto é, a nobreza e os “minores”, vale dizer, a classe emergente.
Além destas lutas, havia choques entre o Imperador, como a força civil do Sacro Império, e o Papa, como chefe espiritual, misturando nesta luta os interesses, de maneira que havia uma constante guerra, ora fria ora real. E a cidade de Assis, por sua posição geográfica no entroncamento Alemanha-Roma, e por sua importância comercial, trocava constantemente de “dono”: ora no alto de sua fortaleza, a Rocca Maggiore, tremulava a bandeira do Papa, ora a do Imperador.
Como todo jovem ambicioso de sua época, Francisco desejava conquistar, além da fortuna, também a fama e o título de nobreza. Para tal, fazia-se necessário tornar-se herói em uma dessas freqüentes batalhas. No ano de 1201, incentivado por seu pai, que também ansiava pela fama e nobreza, Francisco partiu para mais uma guerra que os senhores feudais, baseados na vizinha cidade de Perúsia, haviam declarado contra a Comuna de Assis.
Durante os combates, em uma tarde de inverno, Francisco caiu prisioneiro, sendo levado para a prisão de Perúgia, onde permaneceu longos e gelados meses. Para um jovem cheio de vida como ele, a inércia da prisão deve ter sido especialmente dolorosa! Somente seu espírito alegre, seu temperamento descontraído e seu gosto pela música o salvaram do desespero. Encontrava ainda forças para reconfortar e reanimar a seus companheiros de infortúnio.
Costumava dizer, em tom de brincadeira para seus companheiros: “Como quereis, que eu fique triste, sabendo que grandes coisas me esperam? O mundo inteiro ainda falará de mim!”
Ao término de um ano foi solto da prisão, retornando para Assis, onde se entregou novamente aos saudosos divertimentos da juventude e às atividades na casa comercial de seu pai.
FONTE: http://www.franciscanos.org.br/?page_id=1094#sthash.t18JfTjf.dpuf




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